A Universidade de Lisboa publicou orientações para a utilização de inteligência artificial generativa por estudantes, docentes, investigadores e trabalhadores. O documento parte de uma cautela concreta: as respostas destas ferramentas podem conter erros, informação inventada ou enviesamentos.

Regras diferentes conforme a aprendizagem

No ensino, cada unidade curricular pode definir o uso permitido, de acordo com os seus objetivos. As possibilidades vão da utilização livre à proibição, respeitando a autonomia dos docentes. A universidade recomenda formas de avaliação que também valorizem o processo de trabalho.

Na investigação, a responsabilidade continua a ser das pessoas: os resultados devem ser verificados e os usos relevantes declarados. Uma ferramenta de IA não pode figurar como autora ou coautora.

Cuidado com os dados introduzidos

As recomendações desaconselham inserir dados pessoais, informação confidencial ou investigação ainda não publicada em plataformas abertas. A supervisão humana permanece necessária.

Fontes e verificação

  1. ULisboa define orientações para a utilização responsável da Inteligência Artificial Generativa na UniversidadeData da fonte: 14 de outubro de 2026 · Consultada a 16 de outubro de 2026

Este artigo foi elaborado pela Portos a partir das fontes indicadas. Não resulta de uma reportagem no local. A data de publicação não altera a data dos acontecimentos.

Pedir uma correção